para sempre meu, para sempre teu, para sempre, nosso.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
apesar de
o mais que tudo me ir buscar a estação de comboios todas as semanas, sempre que o vejo, impaciente, a minha espera, não consigo deixar de sentir aquele friozinho na barriga e correr ate ele com aquele sorriso de orelha a orelha; são estas pequenas coisas que me fazem acreditar que, por mais que o tempo passe, nos vamos ser, sempre, namorados.
(o novo computador não tem acentos ortográficos, ou se tem, não os encontro)
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
ja dizia fernando pessoa
"Eu não sei senão amar-te,
Nasci para te querer.
Ó quem me dera beijar-te,
E beijar-te até morrer."
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
depois
de quase uma semana em Coimbra, cheguei a casa. Finalmente tenho as minhas merecidas ferias, ou seja, dormir ate ao meio dia, preguiçar e muito, mas muito, amor para partilhar com o meu ricardo!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
ele esta
aqui ao meu lado, concentrado nos livros e não me lembro de me ter sentido tão bem ultimamente. Os exames, as idas e voltas para Coimbra, os nervos e o mau humor passaram, e agora, tenho a prazer de o apoiar a ele, tal como ele me apoiou a mim, e gosto!
sábado, 29 de outubro de 2011
estou aqui
em casa do meu mais que tudo, com ele abraçado à minha cintura e sabem que mais ?
Não podia desejar mais nada!
Não podia desejar mais nada!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
sabem qual é
a melhor sensação do mundo?
Depois de terem estado tanto separados do vosso mais que tudo, sair do comboio carregados de malas e vê-lo a correr para vocês com um ramo nas mãos, é, é a melhor sensação do mundo!
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
só
vim aqui desejar os parabéns ao meu mais que tudo, e dizer que hoje, é o meu ultimo exame... por enquanto.
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
uma questão de confiança,
é um livro que li, já à imenso tempo e embora, na minha opinião, o conteúdo literário não se remeta ao título, é deste mesmo que aqui venho falar, hoje.
A semana passada foi complicada. Enquanto apanhava um autocarro para casa do meu mais que tudo, ou douradinho como eu gosto de chamar, uma enorme onda de nostalgia abraçou-me, fazendo com que me distanciasse do mundo, ignorando profundamente a conversa que o motorista do autocarro tentava manter com a minha pessoa, que se limitava a responder com frases feitas e uns "pois", "claro, compreendo". Quando nos sentimos assim, nostálgicos, temos tendência a abordar os assuntos que mais nos inquietam, as coisas mais importantes, os momentos mais marcantes.
Pois assim sendo, a minha cabeça e o meu coração retrocederam uns bons meses, levando-me a uma noite de Agosto, a um banco de pedra, ao lado de um castelo com centenas de anos. Lembro-me de perguntar: "Confias em mim?". Chamem-me antiquada, as relaçoes que mantenho com as pessoas baseiam-se na confiança que nutro por cada uma. Não tenho por hábito perguntar a outros se confiam em mim, aliás, pouco me importa a não ser que sejam pessoas com um papel fundamental na minha vida. "A confiança ganha-se com o tempo"- disse ele - "mas sim, tendo em conta aquilo que conheço de ti, d nós, sim, confio em ti, até ao ponto que acho possível". Naquele momento o meu coração saltou como no dia no nosso primeiro beijo. Foi ali que percebi que confiava mais nele do que em pessoas que conhecia à anos, foi ali, no meio daquele floresta com um precipic, que me senti segura. Prometi a mim mesma, que ja mais o deixaria fugir por entre os dedos.
(não está bonito, nem tem de estar, está sincero)
sábado, 21 de maio de 2011
mais logo,
vou ver um concerto com o meu mais que tudo, e recuperar o tempo perdido.
Sabe tão bem ter os braços dele à minha volta, outra vez :)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
o nosso espaço ao sol
é um romance, escrito por mim. É uma história de quatro mãos, dois corações e um sentimento. Não é uma história de amor. Não como essas que encontram nas prateleiras das livrarias.É melhor, é real.
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terça-feira, 10 de maio de 2011
olho para mim,
alias, olho para nós, e vejo as pessoas mais felizes que conheci. É verdade.
Digam-me quantos de vocês acordam todos os dias a sorrir, apesar de terem passado a noite toda a babar-se ? Eu acordo, e ele também.
sábado, 7 de maio de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
sette
Lembras-te daquela crónica que ouvimos uma vez, na rádio? Aquela sobre o acto, tantas vezes precioso e salva vidas, que é cabular. O cronista defendia que na escola, nunca nos era ensinado o que é realmente notável para o desenrolar da nossa vida e que por isso, conduzimos a nossa para as saídas mais fáceis e menos proveitosas.
Durante estes meses maravilhosos que passei a teu lado vi que, para além disso, ninguém nos ensina a amar. Não há métodos, soluções, nem tao pouco podemos copiar. O amor sente-se, uma vez, e partir daí é para sempre, sem restrições, sem limites, sem medos. É tão complexo, e incrivelmente tão simples, como construir uma ponte.




