quinta-feira, 7 de abril de 2011

sette

Lembras-te daquela crónica que ouvimos uma vez, na rádio? Aquela sobre o acto, tantas vezes precioso e salva vidas, que é cabular. O cronista defendia que na escola, nunca nos era ensinado o que é realmente notável para o desenrolar da nossa vida e que por isso, conduzimos a nossa para as saídas mais fáceis e menos proveitosas.
Durante estes meses maravilhosos que passei a teu lado vi que, para além disso, ninguém nos ensina a amar. Não há métodos, soluções, nem tao pouco podemos copiar. O amor sente-se, uma vez, e partir daí é para sempre, sem restrições, sem limites, sem medos. É tão complexo, e incrivelmente tão simples, como construir uma ponte.



1 comentário:

Ricardo Peixoto disse...

Como é assustador aquele momento em que temos de fazer uma opção! Assim como é exigente ter de de avaliar, de escolher e de decidir!
Todos os dias temos um rol de circunstâncias e acontecimentos em que temos de escolher: um ou outro caminho; um ou outro valor; um ou outro gesto; um ou outro investimento. Tantas vezes nos sentimos divididos sem saber o que fazer.
Mas hoje, dia sete de cada mês, para além da magia que me trás e de todo o sentimento envolvido entre nós, eu festejo umas das melhores opções da minha vida e valorizo todas as decisões que tenho, porque foram elas que me levaram e ti!

P.S- É um dos posts mais bonitos que já vi, muito obrigado!