A amar-te, foram assim que passaram estes meses da nossa vida. Tudo começou com um olhar envergonhado! Ainda me lembro do nervosismo que sentia, quando queria tocar na tua mão, num banco de trás, numa vinda de mais um dia de praia. A rapidez com que tocaste o meu coração foi absurda, ainda hoje não percebo como conseguiste infiltrar-te no meu peito e aconchegar-te na minha alma, mesmo antes de me dares a mão. Não sei, mas passado 23 meses, ainda consigo descobrir novos bocadinhos de vida que nunca tínhamos feito ou partilhado, um deles é este, partilhar um texto em duo contigo. Diz la, não foi o melhor "dar de mãos" de todo o sempre? Nunca duvidei de tal, alias posso-te garantir, apesar de não saber o que nos reserva o futuro, que foi o melhor de toda uma vida.
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