sábado, 20 de novembro de 2010

(in)definições

Ás vezes pequenas palavras têm grandes consequências. Assim como pequenos gestos. Um sorriso, o entrelaçar das mãos... Nada melhor que um rasgar dos lábios para demonstrar a felicidade no seu auge, nada melhor que um beijo no pescoço para ele perceber que, realmente, sentiste a sua a falta.
Não são os segredos que unem as pessoas, nem tão pouco a magia partilhada, mas sim o amor; no sentido real da palavra é certo. Daí conseguir afirmar que, durante toda a nossa existência, só encontramos esta afinidade com uma personagem, ou então não a encontrámos; o amor não é algo que se encontre ao virar da esquina, não podemos esperar que ele desça do céu mas também não podemos procura-lo. é indefinido, é caricato e único. 
Hoje, vanglorio-me de, à três meses e uma data de dias, ter aquilo que alguns não encontram durante toda vida. Porque o amor é mesmo assim: abre-nos o coração quando menos esperámos e uma vez alojado, não sai mais, fica ali, como se já fizesse parte de nós, da nossa essência.

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