Paços de Brandão, 25 de Setembro de 2010
Olá homenzinho,
na verdade nunca pensei que fosse sentir tanto a tua falta. Desde á 4 anos para cá que te mantens ausente, com uma ou duas aparições por ano, e eu ainda não me habituei ao facto de estares tão longe.
Sinto que em cada dia perdes uma coisa nova, um sentimento, uma zanga ou mesmo uma lágrima. Obrigada pelos conselhos, pelas indirectas e pelas "fia-te na virgem e não corras", secalhar hoje sou quem sou porque finalmente comecei a correr e deixei lá a divindade de lado.
Volta mazé rápido, para te ver, me babar mais um bocadinho e para voltares a partir.
Mariana Mello
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